Tenho saudade dos caminhos, de algumas pessoas, de alguns amigos, de alguns amores, de sorrisos, de beijos, de abraços. Tenho saudades dos sonhos, de muitas realidades, de fantasias. Da Verdade. Ah vida, saudade!
Saudades dos tempos de criança e que eu chorava por birra, que eu sorria sem maldade, e que sentia amor de criança, e por isso não fazia doer nem doía.
Saudades daquele amigo, distante. Saudades daqueles abraços, daquelas palavras de confiança e de ânimo. Daqueles olhos que irradiavam calor e transmitiam a certeza de um dia totalmente promissor.
Saudades daquele lugarzinho onde só na infância pude viver; do meu castelo tão sonhado. Saudade.
Mas, como viver com a saudade? Não é tão difícil, basta pensar e mentalizar que, a mesma saudade que faz doer, é aquela nos mostra os caminhos de nosso próprio coração. Caminhos de fé e fixação emocional.
Saudades dos tempos de criança e que eu chorava por birra, que eu sorria sem maldade, e que sentia amor de criança, e por isso não fazia doer nem doía.
Saudades daquele amigo, distante. Saudades daqueles abraços, daquelas palavras de confiança e de ânimo. Daqueles olhos que irradiavam calor e transmitiam a certeza de um dia totalmente promissor.
Saudades daquele lugarzinho onde só na infância pude viver; do meu castelo tão sonhado. Saudade.
Mas, como viver com a saudade? Não é tão difícil, basta pensar e mentalizar que, a mesma saudade que faz doer, é aquela nos mostra os caminhos de nosso próprio coração. Caminhos de fé e fixação emocional.
