8 de março de 2010

Repense. ^^

Namoros moralmente aceitáveis em um contexto cristão nunca começam com "ficadas", é impossível estabelecer um relacionamento aprofundado fazendo isto. Conversar, estar junto, compartilhar de mesmas ideologias fortalecem um relacionamento a ponto de se desenvolver para algo mais sério, um compromisso, e assim se encaminhar para um namoro. Como ja dizia um antigo amigo meu "Das melhores amizades, florescem os melhores namoros (by Fabrizio Salabai)"
Curta seus amigos, uma hora você acaba encontrando um relacionamento legal! e se for pautado em amizade, provavelmente durará pra sempre.

Deus é Deus, e não importa o quanto você erre, o quanto você se fruste com sua vida e com seus fracaços, Ele continuará sendo Deus. Seus lamentos não poderão atingí-lo, a raiva que pode desenvolver Dele, na realidade é apenas uma raiva egoísta de sí mesmo. Mas pode ter certeza, que se escolher viver uma vida de relacionamento íntimo com Deus, será possível sempre encarar seus problemas como oportunidades para crescimento (porque na realidade é exatamente isso mesmo) e conseguirá triblar tudo muito mais fácil. As vezes, uma pessoa pode não te perdoar por alguma atitude sua, mas Deus sempre te perdoará. Por que? porque ele é Deus!!!! e nossa mente limitada nunca conseguirá compreendê-lo plenamente.

Tudo isso parece muito óbvio não? mas me custou aprender e a colocá-lo em prática. Confesso que até hoje erro! e erro muito! Mas me conforta saber que já estava nos planos de Deus que a humanidade errasse, e bastante. Porque de que forma teríamos total dependência Dele se não errassemos nunca?

E espero.

Praticar o desapego e viver sem algumas coisa, seia a melhor maneira pra se viver, mas o que está impregnado no pensamento é difícil de se desapegar.

O ideal seria lembrar dos fatos e simplesmente acenar pra eles, esperando pelo futuro, vivendo uma vinda de lembranças, mesmo que no sub-consciente e com isso conviver bem com o presente. Infelizmente nem tudo é como queremos, nem tudo sai como o planejado. Queria, eu, ter o poder de parar no tempo e selecionar o que eu quisesse que prosseguisse comigo. Infelizmente não posso! Isso me deprime. As pessoas não mudam, o que mudam são alguns de seus preceitos e pensamentos. Assim, as opiniões que passam por transformações ficam alteradas na mentes, os personagens de algumas histórias de nossas vidas mudam e os interesses antigos que são substituídos por outros. Parece tudo bem simples e rápido de ser resolvido, não?! Mas não é.

Enquanto que eu, sem muitas alternativas, continuo apegado as minhas vontades, mas se essas serão, de fato, concretizadas, não sei. Vou caminhando a passos vagarosos, conto com a força do tempo, pois, só o tempo dirá.

E espero. Pra variar.

Sempre fingir.

Finjes que não existo
em tristes versos de silêncios,
bailando em emoções de dois planetas,
ao ritmo decadente das palavras que deixei de sentir.

Mentes que finjes sentir a ternura invadindo teu ser,
pois sinto na pele a frieza com que negas a minha presença, a minha vontade...

Contrariando meu ser,
deixando que meu eu, se perca na imensidão da incerteza,
que se torna certa ao ter a certeza de que a incerteza é bem melhor,
corrida contra o tempo, contra o que é bom!

Enormes prisões imaginárias,
que criam celas enormes, que me prendem sem que outros percebam,
que queimam e enfraquecem a alma,
mas que o ato de sempre fingir, não deixa muita coisa transparecer, apenas, frieza.