23 de setembro de 2009

"C"abeça



É como se tudo tivesse sido formatado do lado “C” da minha mente e ficado apenas o mais importante que ficara na parte “D”. Tudo limpo, novo de novo, pronto pra ser utilizado da maneira que me convêm, espero que eu consiga fazer o bom uso. Não quero corromper a unidade mais importante da minha mente. Dá tanto trabalho pra recuperar, que em alguns casos, quando não há jeito é necessário apagar de uma forma tão sem sentido. Instalar sempre o que for preciso pra melhorar, regredir – não, progredir – sempre. Utilizar-se de todos os recursos da mente “C” com mais cautela. Sempre que bater a saudadezinha, recorrer a “D”, Localizar o arquivo, e depois Entrar e relembrar um pouco. Só um pouco! Usar sempre que preciso, ou quando não preciso deixar em Espera. A Espera é a espera. Tantas coisas podem acontecer durante esse intervalo. Tantas coisas. Ao fim de tudo, desliga-se nosso sistema operacional, descansa-se a mente pra uma nova missão, mesmo sem saber o que será ela. Faz parte. O que se sabe é que todo sistema, novo ou velho, tem falhas, pode ser corrompido por uso exagerado, pode trazer alegria, dor de cabeça e várias séries de problemas. Nada é perfeito, nem as máquinas e nem nossas mentes. Usemos sempre o lado “C” da mente, mas não deixar o “D” ‘fugir de nossas mãos’.

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