13 de dezembro de 2009

Permissão.

Ontem me permiti.
Deixei a liberdade me possuir.
Pulei, e fiz tudo que sempre tive vontade.

Anoiteci  e amanheci.
Satisfeito.
Algo bom me consumi.
Não sabia o que era, mas me consumia.

Minha alma liberta, pôde rir e chorar.
Pôde enfim encontrar a paz de sorrir.
A paz de cantar e vibrar positivamente.

Cada instante dava continuidade a outro.
Cada gesto, cada abraço, cada aperto de mão.
Cada descoberta.
Tudo era único.

Pensei que não seria capaz.
Nunca.
Mas, no fim, acabou sendo.

Pessoas especiais.
Situações agradáveis.
Tudo me consumia, inclusive, as permissões de ser menos infeliz.
Consegui sorrir sem parar.

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