Eu quero ficar perto de tudo que acho certo. Foi com essa frase que meu dia começou e acabou. Não quero que me julguem, não que eu não esteja sujeito a isso; todos estamos. Mas julgue depois de conhecer o que se passa pelo meio no qual se vive. Esse é um dos maiores defeitos do ser humano, perde apenas pra inveja e pra futilidade de viver em plenos momentos que virarão pó.
Eu julgo, tu julga e sempre julgaremos. Não adianta cuspir para o alto e não temer que a saliva caia sobre nossa face. Ela cairá sim. Somos seres que nos corrompemos constantemente. Temos algo maldito e que sempre repassa na maioria das vezes o que não deveria ou o que não podia: a língua.
Não quero que me aconselhem, não quero que bajulem, não quero nada. Quero paz. Quero deitar e acordar sem ter com o que me preocupar - coitado. Terei paz quando morrer, talvez.
Não ouse tanto a ponto de se arrepender. Seja ousado, não abusado. Seja você.
Todos temos e sempre teremos nossos momentos de egoísmo. Isso é de nossa natureza. Vem naturalmente. Não se deve estranhar. E por mais que digam que o que você faz não é certo, não ligue. Apenas silencie. O silêncio é arma mais poderosa que temos em si. Ela mata lentamente e de forma simples. Ela corrói. Ela fere. Ela mata aos poucos. O silêncio é mais que perfeito. Nele me afogo constantemente. Nele vivo. Nele obtenho poder. Nele.

Um comentário:
só uma palavra: MARA!
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