Posso sentir que a cada instante o tempo me afastar das coisas que mais sonhei e me aproxima do que é facultativo. A cada segundo, a cada passo futuro, à frente sinto-me cada vez vulnerável a independência de determinados sentimentos, sentimentos que antes eram extremamente importantes, hoje são nada mais, que, sentimentos que deixam de fazer parte da minha vida. Distante da realidade sombria e angustiante sinto-me confortável. É como se eu estivesse num mundo parado, e só eu existisse. Nada me felicita, nada me entristece, apenas me deixam em um estado espiritual que não sei definir. Tudo isso parece louco, mas é assim que me sinto. Ao mesmo tempo que tudo está parado e só eu aparento existir, imediatamente grito e volto ao mundo real. Tudo é tão surreal, tão sem explicação, sem muita lógica.
Ao tempo que migro entre a luz e a escuridão, a paz e o inferno, a dor e a ferida, o amor e o ódio, sinto que me torno um ser repudiante, não no sentido de ser odiado, mas no sentido de não ser tão sociável como muitos quisessem ou como a sociedade quisesse que eu fosse.
Nenhum desses motivos é o suficiente pra me fazer mudar. Não vejo necessidade de mudança e sim adaptação, mudança requer renuncia, e adaptações, esforços, e é melhor se esforçar do que renunciar.
E não há nada melhor do que situações cotidianas ou até mesmo de tempos passados pra te fazerem refletir e pensar no que é bom ou ruim. Não importa onde estivermos – na solidão ou na multidão. Não importa com quem estivermos – sozinhos ou com um ombro no qual possamos nos apoiar. O importante é que devemos estar aptos a tudo, e não nos tornarmos vulneráveis a derrotas ou nos vangloriar perante a vitórias; certo que ganhar as vezes é muito gratificante, mas perder, é preciso.
Espero viver em eterna inconstância, talvez se tudo fosse tão perfeito e tão fácil, alguns esforços não valeriam a pena. Quando certas forças te impulsionarem ou tentarem te atingir seja mais forte, resista, lute e não se deixe levar pelos impulsos que te envolvem em meros segundos de embriaguez.
Ao tempo que migro entre a luz e a escuridão, a paz e o inferno, a dor e a ferida, o amor e o ódio, sinto que me torno um ser repudiante, não no sentido de ser odiado, mas no sentido de não ser tão sociável como muitos quisessem ou como a sociedade quisesse que eu fosse.
Nenhum desses motivos é o suficiente pra me fazer mudar. Não vejo necessidade de mudança e sim adaptação, mudança requer renuncia, e adaptações, esforços, e é melhor se esforçar do que renunciar.
E não há nada melhor do que situações cotidianas ou até mesmo de tempos passados pra te fazerem refletir e pensar no que é bom ou ruim. Não importa onde estivermos – na solidão ou na multidão. Não importa com quem estivermos – sozinhos ou com um ombro no qual possamos nos apoiar. O importante é que devemos estar aptos a tudo, e não nos tornarmos vulneráveis a derrotas ou nos vangloriar perante a vitórias; certo que ganhar as vezes é muito gratificante, mas perder, é preciso.
Espero viver em eterna inconstância, talvez se tudo fosse tão perfeito e tão fácil, alguns esforços não valeriam a pena. Quando certas forças te impulsionarem ou tentarem te atingir seja mais forte, resista, lute e não se deixe levar pelos impulsos que te envolvem em meros segundos de embriaguez.

Um comentário:
me identifiquei bem ai...
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