Acalantos noturnos,
acalmantes, frios
sábios e angustiantes.
Abraço sem sentimento,
neutro, nada mais.
Indefinido,
desprendido das razões de manter-se vivo.
Sombras que te arrastam
pro precipicio mortal.
Solução!
Ou não, depende.
A escolhas são escolhas,
algumas certas, outras nem tanto assim.
São apenas escolhas.
Noite que passa,
que mata,
que atormenta.
Que rumo tomar?
Dia ou noite?
O que te faz bem,
mesmo que não seja o verdadeiro.
24 de fevereiro de 2010
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