Folhas que voam para
Voam para o infinito
Direção incerta
Liberdade concedida
Certeza da solidão
Mas pra que certeza?
Se é tudo em vão?
Sem sentido ela segue
para o longe, para o distante
Numa velocidade cada vez mais voraz.
Vai-te.
Só.
Encontre o que não é possível.
Tente a paz talvez.
24 de fevereiro de 2010
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